imitanciometria
, também chamada de Timpanometria, é um exame indolor, de medidas de imitância acústica. incluem timpanometria, avaliação dos reflexos estapedianos. Na avaliação, é possível incluir prova de função tubária e aImitanciometria de altas frequências
e de banda larga.Essas informações irão auxiliar no diagnóstico diferencial da perda auditiva, monitoramento durante o tratamento de infecções de ouvido, rinite entre outros.
Exames indicados para adultos, crianças e bebês, bastante rápido e indolor. Nos casos de bebês, o ideal é fazer durante o sono.
O exame de
Imitanciometria Higienópolis
, São Paulo, é indicado para os seguintes casos:1. Complementar ao diagnóstico de perda auditiva.
2. Identificar presença de secreção na orelha média.
3. Identificar disfunção da tuba auditiva.
4. Avaliar presença de reflexos estapedianos como complemento da avaliação audiológica completa.
5. Avaliar integridade da membrana timpânica.
6. Complementar avaliação audiológica em pré-operatório para colocação de tubo de ventilação.
7. Diagnóstico diferencial de perda auditiva em todas as idades.
8. Acompanha emissões otoacústicas para garantir resultado fidedigno.
O
exame de Imitanciometria
, também chamado de Timpanometria ou medidas de imitância acústicas, pode ser realizado com 3 diferentes tipos de sonda: 226Hz, 1000Hz (alta frequência) ou banda larga.Para avaliação de bebês até 6 meses de vida, o recomendado é o uso da sonda de 1000Hz. Acima desta idade, o recomendado é o uso de sonda de 226Hz.
Já a medida de imitância acústica de banda larga utiliza um som de espectro largo (até 8000Hz), conseguindo assim avaliar bebês, crianças e adultos com maior precisão.
A timpanometria de banda larga é indicada para monitoramento audiológica de bebês, junto com as emissões otoacústicas, para monitoramento de crianças e adultos com otite média em tratamento e como exame diferencial no diagnóstico de doenças da orelha média como otosclerose e disjunção de cadeia ossicular.
Como a imitanciometria é realizada? Na Fonotom, o exame é realizado por fonoaudiólogos, especialistas em audiologia, dentro de uma sala acústica, com a companhia dos pais (quando criança), o que deixa o paciente mais tranquilo e confortável durante a avaliação.
Para realizar o exame de Imitanciometria, coloca-se na orelha do paciente uma sonda flexível de silicone e, emite-se alguns sons. O importante é que o paciente permaneça sem se mexer durante o exame.
Como o teste de função tubária é realizado? O exame de função tubária é realizado por fonoaudiólogos, especialistas em Audiologia, dentro de uma sala acústica.
Os pais, por vezes, chegam ao consultório da Fonotom, em São Paulo, apavorados, perguntando se a Imitanciometria vai doer na criança. De fato, é bastante simples; no entanto, é preciso reforçar que é indolor!
Sobre o equipamento utilizado: o fonoaudiólogo realiza o exame utilizando uma sonda e o devido adaptador na ponta da sonda. Esse adaptador, uma espécie de “borrachinha”, promove o vedamento do conduto auditivo. O tamanho da “borrachinha” é importante e é escolhido de acordo com a idade do paciente. Se, por exemplo, a teste é um bebê de alguns meses, escolhemos uma ponta bem pequenininha, do tamanho exato do conduto auditivo externo. E a medida é exatamente essa para garantir o conforto e a segurança da criança. O adaptador, chamado rubber, feito de silicone macio, é sensível no toque e não é doloroso ao contato, propiciando dessa forma o conforto necessário aos primeiros meses de vida.
Ao posicionarmos delicadamente a sonda na entrada do ouvido, o equipamento aplica uma leve pressão e, ao emitir alguns apitos sonoros, consegue medir a mobilidade do tímpano. Todo o processo é muito rápido e a criança pode se manter sentada, quietinha, e no colo da mãe, para maior segurança. Portanto, percebe-se a sensibilidade do teste, que pode ser exato ao mesmo tempo que gera confiança à criança e aos pais.
A prova de função tubária pode ser realizada com a membrana timpânica íntegra ou perfurada. Não é preciso preparo.
Sobre o equipamento utilizado: o fonoaudiólogo realiza o exame utilizando uma sonda e o devido adaptador na ponta da sonda. Esse adaptador, uma espécie de “borrachinha”, promove o vedamento do conduto auditivo. O tamanho da “borrachinha” é importante e é escolhido de acordo com a idade do paciente. Se, por exemplo, a teste é um bebê de alguns meses, escolhemos uma ponta bem pequenininha, do tamanho exato do conduto auditivo externo. E a medida é exatamente essa para garantir o conforto e a segurança da criança. O adaptador, chamado rubber, feito de silicone macio, é sensível no toque e não é doloroso ao contato, propiciando dessa forma o conforto necessário aos primeiros meses de vida.
Ao posicionarmos delicadamente a sonda na entrada do ouvido, o equipamento aplica uma leve pressão e, ao emitir alguns apitos sonoros, consegue medir a mobilidade do tímpano. Todo o processo é muito rápido e a criança pode se manter sentada, quietinha, e no colo da mãe, para maior segurança. Portanto, percebe-se a sensibilidade do teste, que pode ser exato ao mesmo tempo que gera confiança à criança e aos pais.
A prova de função tubária pode ser realizada com a membrana timpânica íntegra ou perfurada. Não é preciso preparo.
Essa infecção no ouvido retêm o som, da mesma forma que um abafador tamparia os ouvidos a música. Essa verificação é uma detecção do que chamamos de componente condutivo. Se houver secreção, otite ou infecção ativa, estará lá para impedir a passagem do som, como se fosse algo que atrapalha o sinal de TV a cabo, e o som não passa corretamente para chegar ao nervo auditivo. Gera impacto nos exames de BERA e emissões Otoacústicas: se uma criança possuir essa “sujeirinha” no ouvido, resultados de exames sofisticados, como a Emissão Otoacústica, a Audiometria e BERA, aparecerão alterados. Isso pode levar a um risco de falso diagnóstico, já que o teste pode indicar que a criança não têm boa audição, mas, na verdade, seu ouvido está “tampado” neste momento.
Utiliza-se o Imitanciômetro Titan da Interacoustics, que avalia com sonda de 226Hz para exame em adultos e crianças, com sonda de 1000Hz para exames em bebês conforme recomendação do Joint Committee on Infant Hearing (2019), além da sonda de banda larga indicada para todas as idades.
FAQ (Perguntas Frequentes)
1. O exame de Imitanciometria dói?
Não. É um exame indolor, feito com uma ponta de silicone molinha.
2. Meu filho precisa ficar sozinho na sala?
Não. A criança pode ficar sentada quietinha no colo da mãe durante todo o exame.
3. Por que fazer esse exame se o médico pediu BERA?
Porque se houver secreção no ouvido, o BERA pode dar alterado. A imitanciometria garante que o caminho do som está livre.
Agende seu exame com Fonoaudiólogos especialistas em Audiologia, além de equipamentos modernos que podem avaliar a audição e timpanometria com protocolos adequados para cada idade.